DESTINO.

Destino

Quando o tempo me despir
e estando nu de minhas vaidades,
melindres inúteis,
mágoas cancerígenas,
sem nome, sem amor...
Como me apresento,
se houver um lugar,
sem saber quem sou?
Encontrarei outros,que como eu,
sequer tem uma tatuagem?



Milton Filho, 2010-12-12

0 comentários:

Postar um comentário

Seguidores

Sobre este blog